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A menos de dez dias para posse, MP pede cassação de prefeito e vice eleitos em Varjota

A menos de dez dias para a cerimônia de posse, o Ministério Público Eleitoral entrou com uma ação de investigação judicial eleitoral pedindo a cassação dos diplomas do prefeito eleito e da vice-prefeita eleita em Varjota, Elmo Monte (PDT) e Loura do Povo (PDT). Eles são acusados de abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições deste ano.

Foto: José Leomar
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MP entra com nova ação pedindo cassação do registro ou dos diplomas de prefeito eleito, vice e vereador de Coreaú

O MP Eleitoral ajuizou nova ação pedido a cassação do registro de candidatura ou dos diplomas de Edézio Sitônio, Érika Cristino e Chico Antônio (PDT), em Coreaú, respectivamente prefeito, vice e vereador eleitos, do PDT. Eles são suspeitos de abuso de poder econômico, com crime de compra de votos. O MP também pediu indisponibilidade de bens e aplicação de multa.

Foto: Reprodução/Instagram
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Por suspeita de fraude às cotas femininas, MP quer cassação de registro de candidatos em Mauriti

O Ministério Público Eleitoral entrou com três ações de investigação, nesta segunda-feira (7), contra o Pros, DEM e PDT de Mauriti. A promotoria alega que as siglas não cumpriram a cota feminina de 30% das candidaturas na eleição de 2020. O MPE pede a cassação e a anulação dos votos de todos os candidatos que concorreram à Câmara Municipal.

Foto: Diário do Nordeste
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MPE deflagra ‘Operação Sufrágio II’ contra candidatos ao pleito municipal de Pacujá

O Ministério Público Eleitoral deflagrou nesta segunda-feira (9) a “Operação Sufrágio II”, a qual realiza buscas e apreensões nas residências de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador do município de Pacujá. O MPE apura a ocorrência dos crimes de retenção de título contra a vontade de eleitor, corrupção ativa, descumprimento de normas sanitárias e organização criminosa.

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Única candidatura coletiva em Fortaleza, “Nossa Cara” tem pedido de impugnação do registro feito pelo MPE

O Ministério Público Eleitoral pediu a impugnação do registro da única candidatura coletiva em Fortaleza, intitulada “Nossa Cara” e formada por três mulheres. Segundo a ação, a candidatura “induziria o eleitor ao erro” já que não há embasamento jurídico para o modelo de candidatura. Em 2018, duas candidaturas coletivas conquistaram cargo eletivo.