Vereadores da base aliada tentam ‘virar a página’ após exoneração de secretário

Vereadores da base aliada tentaram colocar ‘panos quentes’, nesta quarta-feira (5), sobre o embate entre Márcio Cruz (PSD) e o ex-secretário municipal de Segurança, Antônio Azevedo. Isto ocorreu porque Carlos Mesquita (Pros) prestou solidariedade à Azevedo, o que irritou Márcio Cruz. Apesar de querer direito de resposta, Cruz acabou convencido a não alongar o assunto.

Secretário de Segurança do Município pede exoneração após invadir a Câmara Municipal de Fortaleza

O titular da Pasta Municipal de Segurança Cidadã , Antônio Azevedo, pediu exoneração após invadir a sessão desta terça (4) da Câmara Municipal de Fortaleza ao ser acusado de “advogado de facção” pelo vereador Márcio Cruz. Assume a Secretaria o coronel da PM, José Maria Barbosa Soares. O anúncio foi feito após reunião entre o prefeito Roberto Cláudio e o presidente da Câmara, Antônio Henrique.

“Eu não tenho como admitir o que aconteceu aqui”, diz presidente da Câmara Municipal

O presidente da Câmara, Antônio Henrique (PDT), disse que “não admite” o que ocorreu nesta terça (4) no plenário da Casa, quando o secretário de Segurança Cidadã de Fortaleza, Antônio Azevedo, invadiu o plenário para rebater as acusações do ver. Márcio Cruz (PSD). Antônio Henrique terá reunião à tarde com o prefeito Roberto Cláudio sobre o assunto.

Vereador pede exoneração do secretário de Segurança de Fortaleza

O ver. Márcio Cruz (PSD) foi à tribuna da Câmara pedir a exoneração do secretário de Segurança municipal, Antônio Azevedo. Segundo Cruz, Azevedo seria um dos advogados de um facção criminosa internacional. Após a entrada do secretário no plenário, em fúria, chamando Cruz de “mentiroso”, o vereador disse que irá à delegacia fazer boletim de ocorrência.

Acusações levam a embate entre secretário de Segurança do Município e vereador

O secretário de Segurança de Fortaleza, Antônio Azevedo, entrou no plenário da Câmara Municipal em fúria após o vereador Márcio Cruz (PSD) pedir sua exoneração. O secretário afirmou que o vereador não merecia estar ali e precisou ser contido por parlamentares. Quando chegou à Câmara, Cruz não estava mais em plenário.