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Larissa Gaspar é eleita presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Municipal

Por unanimidade, a vereadora Larissa Gaspar (PT) foi eleita para comandar a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Fortaleza. Ao todo, foram seis votos em favor da parlamentar, que terá como vice Adriana Nossa Cara (Psol). A petista vai para o terceiro biênio como presidente da Comissão. A eleição chegou a ser judicializada.

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Larissa Gaspar é eleita presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Fortaleza

A vereadora Larissa Gaspar (PT) foi eleita nesta quinta-feira (18) presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Fortaleza, com três votos: o dela, de José Freire (PSD) e de Adriana Nossa Cara (PSOL). O vereador Emanuel Acrizio (PP) se absteve.

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Vereadora Priscila Costa não chorou após embate sobre presidência de comissão na Câmara

Erramos: Diferentemente do que foi publicado na versão inicial da nota a seguir, a vereadora Priscila Costa (PSC) não chorou ao abraçar o vereador Ronivaldo Maia (PT) após embates sobre a eleição da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal. A parlamentar procurou a reportagem e esclareceu que não houve o episódio durante o contato com o vereador.

Foto: CMFor
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Vereadora enfrenta embate ao reclamar de decisão da Mesa Diretora sobre presidência de comissão

O comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara continua causando divergências. Eleita inicialmente como presidente do colegiado, a vereadora Priscila Costa (PSC) pediu a suspensão do ato da Mesa Diretora que anulou sua eleição. Priscila chegou a exaltar-se; Ronivaldo Maia (PT) esclareceu ausência de Larissa Gaspar que também disputa comando da comissão.

Foto: José Leomar
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Priscila Costa é escolhida presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

A ver. Priscila Costa (PSC) é a nova presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Fortaleza. De postura conservadora, ela ressaltou que não vai pautar as matérias da Comissão baseada em “viés ideológico ou político-partidário” e que os temas que “não priorizam a vida” do indivíduo “não encontrarão convergência com o seu viés”.

Foto: Érika Fonseca